Frase do ano até 09/05/20112

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Susana Vieira diz que se acha muito parecida com Jennifer Lopez

23/02/2012 – 12h57

DE SÃO PAULO

No dia em que a cantora Jennifer Lopez, 42, circulou na Sapucaí, no Rio, a atriz Susana Vieira, 69, comentou: “Ela é linda! Até porque me acho muuuito parecida com ela”.

Jennifer Lopez diz que nunca esquecerá Carnaval no Brasil

A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na edição desta quinta-feira (23) da Folha.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Folhapress/AgNews
Susana Vieira diz que se acha muito parecida com Jennifer Lopez

Nova York

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Notícias 02/12/2011

11 endereços bacanas para comer, badalar e flanar em Nova York

por Coleção Viagem de Bolso Fonte: VIAGEM E TURISMO

Getty Images

Brooklyn Bridge, em Nova York

Brooklyn Bridge, em Nova York

Balada sem fim

A cidade que nunca dorme tem uma vocação sem igual, no mundo, para um bom agito. E os lugares mais animados – aqueles que fazem você varar a noite sem perceber – ficam em Lower Manhattan. A seguir, os quatro endereços mais quentes da região e dicas para se dar bem no restaurante ou na balada.

NIGHTCLUBS

1 - Butter (415 Lafayette Street, 212/253-2828)

Perfil: um dos mais badalados. No andar de cima funciona o restaurante; no subsolo, a boate ferve.

A dica: dê a entender que você vai consumir muitas garrafas de champanhe.

Quem vai: Paris Hilton já comemorou seu aniversário lá.

2 - Pravda (281 Lafayette Street, 212/226-4944, www.pravdany.com)

Perfil: um speakeasy temático da União Soviética. Mas nada de socialismo; as especialidades são o caviar e a carta de vodcas.

A dica: é difícil de achar, claro, e fica no subsolo. Tem de descer por uma escadinha.

Quem vai: uma fiel clientela ós-balzaquiana.

3 - La Esquina (114 Kenmare Street, 646/613-7100, www.esquinanyc.com)

Perfil: outro bar “secreto”, desta vez embaixo de uma taqueria com cara de suja.

A dica: a relação gente/espaço é perfeita.

Quem vai: o tipo de pessoa que sabe que existe um lugar cool escondido.

DICAS PARA SE DAR BEM…

…no restaurante

Não adianta fazer barraco na porta do restaurante: a maioria precisa de reserva. Confira antes as possibilidades em sites como o opentable.com ou corra o risco de acabar num Burger King.

…na balada

Não rola muita pegação nas festas. Já na pista, a galera vai até o chão e dança creu na velocidade 5. Chegue cedo e produzida – muitas vezes é o porteiro que decide quem pode ou não entrar.

A(BOA) COMIDA DE RUA DE MANHATANN

Assim como os arranha-céus e os táxis amarelos, os carrinhos de rua também estão entre os maiores símbolos da idade. Há um em cada esquina – e isso não é exagero -, que vendem desde cachorros-quentes e pizzas até kebabs e dosas, uma espécie de crepe indiano recheado com batatas marinadas em curry e chutney de coco.

4 - Alguns estão há tanto tempo no mesmo lugar que já se tornaram “instituições”. Um deles é o Mudtruck (4ª Avenida com a 8th Street), um caminhãozinho cor-de-laranja que funciona desde 2001 num movimentado cruzamento do East Village. Ali você encontra um dos melhores expressos da cidade. Outro igual a ele fica no West Village, na 7ª Avenida com a West 4th Street.

5 - Um pouco mais à frente está o favorito dos estudantes da NYU, o N.Y. Dosas (4th Street com a Sullivan Street), que vende…dosas!.

6 - O Grays Papaya (6ª Avenida, esquina com a 8th Street), casa de cachorros-quentes que, além da filial de West Village tem outras duas unidades em Manhattan, não é exatamente um carrinho – está mais para um desses botecos sujinhos que se veem nas grandes cidades -, mas em termos de preço, é quase imbatível.

7 – O Dogmatic Dogs (53rd Street com a 6ª Avenida, em frente ao Halal Chicken e Gyro), no mesmo bairro, também tem cachorros-quentes, mas com um diferencial: eles são feitos com carne orgânica e servidos em baguetes. Os molhos? Queijo feta (feito com leite de cabra e de ovelha) e mostarda Dijon.

ALÉM DO CENTRAL PARK

Mesmo em plena Midtown, os nova-iorquinos – e os turistas – contam com parques e praças de fazer inveja a qualquer morador de São Paulo.

8 - Bem pertinho da Times Square fica o Bryant Park (Entre 40th and 42nd Streets e 5ª e 6ª Avenidas, 212/768-4242, www.bryantpark.org), um refúgio verde em meio ao concreto e aos arranha-céus. Em estilo clássico francês, conta até com um carrossel para as crianças, bem à moda europeia. Os workaholics e afins que não desgrudam de seus laptops estão “protegidos” ali, já que os gramados contam com acesso wi-fi.

9- Um pouco mais ao sul está o Madison Square Park (Madison Avenue e 23rd Street, 212/538-5058, www.madisonsquarepark.org), com jardins, gramados e programação cultural para idades variadas.

10 - Diferente dos outros, o Gramercy Park (Lexington Avenue com 21st Street) é das poucas praças particulares da cidade e normalmente não fica aberta ao público – apenas os moradores do entorno têm a chave para entrar. A calçada ao redor dele, porém, costuma ser usada para o jogging matinal ou vespertino por todos.

11 - O novo Brooklyn Bridge Park tem como grande destaque a vista deslumbrante de Manhattan. Sua localização ajuda: ele fica à beira do East River, passa sob a Brooklyn Bridge e chega até a altura da Atlantic Avenue. O parque não está totalmente pronto, mas algumas áreas já foram inauguradas em 2010, entre elas o Pier 1, com gramadões, trilhas para caminhar ao lado da água e um parquinho para crianças. O plano é construir ainda campos e quadras esportivas, ciclovias e pistas de corrida, além de reservar uma área na água para canoagem e uso de caiaques. O Empire Fulton Ferry Park, outro parque que já existia e passou a fazer parte do complexo, está fechado para reformas, com previsão de reabertura para a primavera de 2011. Pier 1: 2 Old Fulton Street, www.brooklynbridgepark.org.

Zena Caffé Itaim

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Publicado por Erika em 2012-Mar-03| Comments Off

O delicioso italiano Zena Caffé, que está há três anos na Rua Peixoto Gomide nos Jardins, acabou de abrir esta semana sua filial no Itaim.

Fica na gastronômica rua Manuel Guedes e segue o mesmo estilo da matriz.

Bela opção para este final de semana…

Progama Pânico fazendo história

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Preso confessa que pediu para amigo raspar cabelo de ex-namorada

Polícia indiciou por tortura e sequestro o preso, a mãe dele e outros 2 homens.
Preso diz que mulher queria impedir sua família de ir à festa de 1 ano da filha.

Do G1 RJ

Vítima foi levada para a Favela do Arrastão, onde foi espancada e teve a cabeça raspada (Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo)Vítima foi levada para a Favela do Arrastão, onde foi
espancada e teve a cabeça raspada
(Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo)

Em depoimento, na tarde desta quarta-feira (9), na 74ª DP (Alcântara), o preso Carlos Renato da Conceição, de 19 anos, confessou que pediu para raspar o cabelo da ex-namorada. Ele justificou que a medida foi em represália após a jovem comentar na comunidade que havia lhe traído, além de impedir a família dele de comparecer na festa de 1 ano da filha do casal.

Segundo o preso, ele ficou chateado ao saber que a ex-companheira teria falado a vizinhos que a comemoração do aniversário da criança seria paga por seu atual namorado.

Segundo a polícia, Carlos Renato pediu a um amigo, por telefone, que raspasse o cabelo da jovem. No entanto, a ex-namorada disse que a tarefa foi realizada pela ex-sogra, que ainda é acusada de sequestrar e torturar a vítima. Também teriam participado da ação, a ex-cunhada, de 16 anos, e outros dois homens .

O delegado Jorge Veloso, da 74ª DP (Alcântara), indiciou o preso e os outros três adultos pelos crimes de tortura e sequestro. A pena para os crimes pode chegar a 20 anos de prisão. A adolescente, encaminhada ao Juizado da Infância e Juventude, deverá ser internada numa instituição para menores.

“Ele alegou que o objetivo era só cortar o cabelo dela, para que ela não fosse à festa da filha, já que a vítima estaria dizendo na comunidade que a família dele não estava ajudando na festa da criança. No depoimento, o preso reforçou que era para a mãe não se envolver no assunto”, comentou o delegado.

Vivo X Claro X Tim

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Já notaram que ao ligar para um shopping center e pedir o telefone de uma das lojas, listadas acima, vai ouvir: “eles não tem telefone na loja”.

Que ao entrar no site deles, a mesma coisa, não existem telefones relacionados às lojas que constam nos sites.

 

por que será hein???

não deveria ser obrigatório?

ANATEL? HUmmm difícil…….

Podiam pensar nisso para os vinhos!!!!

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Comissão do Senado aprova isenção de tributos para CD e DVD nacional

PEC da Música, já aprovada na Câmara, segue para votação em plenário.
Proposta preserva tributação sobre replicação; bancada de AM é contra.

 

Do G1, em Brasília

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou nesta quarta-feira (9) proposta de emenda constitucional que isenta de tributos a produção de CDs e DVDs de autores ou artistas brasileiros. A PEC 123/2011, conhecida como PEC da Música, já passou pela Câmara dos Deputados e agora segue agora para análise em plenário. Se aprovada em dois turnos, vai para sanção presidencial.

Pela proposta, CDs e DVDs de música nacional ficariam imunes do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Ficaria preservada apenas a tributação sobre a replicação industrial.

Na votação na manhã desta quarta, a aprovação ocorreu de forma simbólica e o único que se manifestou contra foi o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM). A bancada de Amazonas rejeita a proposta, por considerar que a isenção pode prejudicar a arrecadação do estado, com a migração de produtoras para fora da Zona Franca de Manaus.Os defensores da PEC, entre eles vários artistas, dizem que a imunidade tributária deverá reduzir o preço dos CDs e DVDs, o que desestimula a compra de produtos piratas.

Em seu parecer, o relator da PEC na CCJ, Eunício Oliveira (PMDB-CE), estima um abatimento de até 40% no preço final dos CDs e DVDs nacionais. Já a senadora Vanessa Grazziotin (PC do B-AM), que protestou contra a aprovação na tribuna, contestou o percentual, calculando que num CD ou DVD de R$ 20, o valor do tributo seria de apenas R$ 0,50.

Vale a pena ter um carro para quem mora em grandes cidades?

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Em 07/05/2012 Consumo consciente  •  Economize mais

Essa é uma pergunta que todos os motoristas e também aqueles que sonham em comprar seu primeiro carro deveriam fazer.

Principalmente nos dias de hoje, quando o crédito mais fácil e (“um pouco só”) mais barato permite financiar a compra do automóvel em suaves e quase” infindáveis” prestações.

 

Não há uma única resposta correta. Irá depender da situação e do momento de cada um. No entanto, consideramos que as pessoas deveriam pensar um pouco nos seguintes aspectos para tomar a sua decisão.

 

O primeiro aspecto a ser considerado é o financeiro. Possuir um carro gera diversas despesas, dentre as quais destacamos:

  • IPVA
  • Combustível
  • Manutenção, incluindo aí troca de óleo e filtros, lavagem, substituição de peças e regulagens;
  • Estacionamento
  • Seguro

Além disto, deve-se considerar também a depreciação do carro e os juros pagos no financiamento ou os juros que deixou de ganhar caso tivesse investido o dinheiro usado na compra do bem. Em um próximo texto iremos explicar e exemplificar estes valores, mostrando o peso que eles representam no orçamento doméstico.

O segundo aspecto é o tempo. As pessoas normalmente levam em consideração apenas o tempo do trajeto e se esquecem de levar em conta o tempo que se perde para manobrar o carro na garagem ou então esperar o manobrista trazer o carro. Meu escritório anterior distava 3 quilômetros de minha casa e eu ainda tinha carro. Na hora do rush, eu gastava no mínimo 20 minutos para percorrer a distância, 5 minutos esperando o manobrista me trazer o veículo e mais três minutos para entrar na garagem e manobrar. Tempo total gasto 28 minutos, no mínimo. Algum tempo depois, percebi que o mesmo percurso a pé levava cerca de 30 minutos. O melhor de tudo é que este tempo era independente do trânsito!

O terceiro aspecto é a praticidade / conforto e que muitas vezes incorpora também a questão sentimental. Claro, a sensação de poder sentar no próprio carro e escutar as músicas de que gosta é ótima. Ainda mais no carro novo. O problema é que em cidades como São Paulo, as pessoas deixaram de escutar música e relaxar para ouvir notícias sobre o trânsito e se estressar com isso. Hoje, os paulistanos têm inclusive uma rádio cuja programação é exclusivamente formada por notícias sobre o trânsito…

O quarto aspecto é a segurança. Quem se sente seguro nos cruzamentos das grandes cidades e nos engarrafamentos, mesmo durante o dia? Quantas pessoas são ameaçadas diariamente em nossas ruas e têm suas bolsas e carteiras roubadas? Não possuo esta estatística comparativa, mas tenho a impressão de que andar a pé na rua é mais seguro do que ficar parado no trânsito…

Possuir um automóvel já foi um símbolo de liberdade. Para aqueles que moram nas grandes metrópoles congestionadas virou uma prisão ou, no mínimo, um motivo a mais de stress.

Lançamentos automotivos em 2012

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Fonte: carros na web

Conheça os próximos principais lançamentos do mercado brasileiro. Isto pode ser importante se você está comprando um novo carro, pois se o modelo escolhido for modificado em breve você poderá perder dinheiro ou ficar com um carro defasado.

Ford Ranger Carro Nova Ford Ranger
Previsão Maio 2012
Valor previsto Não informado
Análise do Ford Ranger


Chevrolet Sonic Carro Chevrolet Sonic
Previsão Junho 2012
Valor previsto R$ 46.000


Citroen DS3 Carro Citroen DS3
Previsão Junho 2012
Concorrentes Fiat 500, Smart ForTwo e Mini Cooper
Valor previsto R$ 90.000


Nova BMW Série 3 Carro Nova BMW Série 3
Previsão Junho 2012
Valor previsto R$ 198.000


Novo Ford Ecosport Carro Novo Ford Ecosport
Previsão Julho 2012
Valor previsto Não informado
Análise do Ford Ecosport


Chevrolet Spin Carro Chevrolet Spin
Previsão Julho 2012
Quem substitui Chevrolet Zafira e Chevrolet Meriva
Valor previsto R$ 60.000


Fiat 500C Carro Fiat 500C
Previsão 2012
Concorrentes Smart ForTwo e Mini Cooper
Valor previsto R$ 63.000


Audi Q3 Carro Audi Q3
Previsão Maio 2012
Valor previsto R$ 150.000


Volvo V60 Carro Volvo V60
Previsão Junho 2012
Valor previsto R$ 85.000


Toyota Etios Carro Toyota Etios
Previsão 2012
Valor previsto Não informado


Nova Chevrolet Blazer Carro Nova Chevrolet Blazer
Previsão 2012
Valor previsto Não informado
Análise do Chevrolet Blazer


Peugeot 508 Carro Peugeot 508
Previsão 2º Semestre 2012
Valor previsto R$ 100.000


Peugeot 308 CC Carro Peugeot 308 CC
Previsão 2º Semestre 2012
Valor previsto Não informado


Lifan 520 Carro Lifan 520 1.6 16V
Previsão 2012
Valor previsto R$ 35.000


Lifan X60 Carro Lifan X60
Previsão 2012
Concorrentes Ford Ecosport, Chery Tiggo
Valor previsto R$ 55.000


Dodge Durango Carro Dodge Durango
Previsão Junho 2012
Valor previsto R$ 140.000


Toyota Prius Carro Toyota Prius
Previsão 2º semestre 2012
Valor previsto R$ 100.000


Novo Chevrolet Malibu Carro Novo Chevrolet Malibu
Previsão 2012
Valor previsto Não informado
Análise do Chevrolet Malibu


JAC J2 Carro JAC J2
Previsão Outubro 2012
Valor previsto R$ 30.000


Gol G6 Carro Gol G6
Previsão Agosto 2012
Valor previsto Não informado
Análise do Volkswagen Gol


Hyundai i30 2012 Carro Novo Hyundai i30
Previsão 2012
Valor previsto Não fornecido
Análise do Hyundai i30


Novo Ford Fusion Carro Novo Ford Fusion
Previsão 2013
Valor previsto Não fornecido
Análise do Ford Fusion


Hyundai HB Carro Hyundai HB
Previsão 2012
Concorrentes Fiat Uno, VW Gol
Valor previsto Não fornecido


Peugeot 208 Carro Peugeot 208
Previsão 2013
Valor previsto Não informado


Mercedes-Benz Classe A Carro Mercedes-Benz Classe A
Previsão 2º semestre 2013
Valor previsto Não informado


Volvo V40 Carro Volvo V40
Previsão 1º semestre 2013
Valor previsto Não informado


Novo Citroen C3 Carro Novo Citroen C3
Previsão 2012
Valor previsto Não informado
Análise do Citroen C3


Changan CX20 Carro Changan CX20
Previsão Agosto 2012
Valor previsto Não informado


VW Beetle Carro Novo Volkswagen Beetle
Previsão 2012
Concorrentes Fiat 500, Smart Fortwo e Mini Cooper


Fiat Punto Evo Carro Fiat Punto Evo
Previsão Junho 2012
Valor previsto Não informado
Análise do Fiat Punto


Novo Ford Focus Carro Novo Ford Focus
Previsão 2012
Valor previsto Não informado
Análise do Ford Focus


Novo Nissan Sentra Carro Novo Nissan Sentra
Previsão 2013
Valor previsto Não informado
Análise do Nissan Sentra


Novo Citroen C4 Carro Novo Citroen C4
Previsão 2013
Valor previsto Não informado
Análise do Citroen C4


JAC Refine Carro JAC Refine
Previsão Janeiro 2013
Valor previsto Não informado


JAC Sunray Carro JAC Sunray
Previsão 2º semestre 2013
Valor previsto Não informado


Novo Ford Ka Carro Novo Ford Ka
Previsão 2013
Valor previsto Não informado
Análise do Ford Ka

Novo Nissan Tiida Carro Novo Nissan Tiida
Previsão 2014
Valor previsto Não informado
Análise do Nissan Tiida
Volkswagen Up Carro Volkswagen Up
Previsão 2014
Valor previsto Não informado

Sistema capaz de evitar congestionamentos

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Honda cria sistema capaz de evitar congestionamentos

Redação do Site Inovação Tecnológica – 07/05/2012

Honda cria sistema capaz de evitar congestionamentos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pensar globalmente, agir localmente: o sistema avalia a possibilidade de engarrafamentos analisando pontos específicos do trânsito. [Imagem: Infográfico Site Inovação Tecnológica/Honda]

Oráculo do congestionamento

A Honda anunciou o desenvolvimento do primeiro sistema prático capaz de detectar congestionamentos de trânsito antes que eles ocorram.

Na verdade, mais do que prever, o objetivo do sistema é evitar que os congestionamentos ocorram.

Embora já existam fórmulas matemáticas capazes de prever engarrafamentos e sistemas de semáforos inteligentes capazes de garantir um trânsito mais livre, o sistema japonês não depende de grandes bases de dados e múltiplos pontos de sensores.

Esta é, por exemplo, a deficiência do sistema de controle automatizado do trânsito atualmente em testes na Alemanha.

Anti-motorista trapalhão

A Honda desenvolveu sua tecnologia de previsão de engarrafamentos baseando-se no pressuposto de que o comportamento de aceleração e desaceleração de cada veículo, ou de um único veículo, influencia o padrão de tráfego dos veículos que vêm atrás.

Assim, o sistema pode ser empregado usando como entrada apenas as imagens de câmeras estrategicamente colocadas.

As informações são passadas a cada motorista cujo comportamento pode resultar em um congestionamento à sua retaguarda, na forma de um código de cores que o ajuda a dirigir de forma mais suave.

O grande objetivo é evitar um modo de dirigir muito típico, mas muito ineficiente, marcado por acelerações e frenagens, que influenciam os motoristas que vêm atrás.

O segredo está em dosar o acelerador e economizar combustível, freios, pneus, e o tempo de que vem atrás.

Teste real

Os testes mostraram que o sistema ajudou a aumentar a velocidade média do trânsito em uma avenida em 23%, além de uma economia de 8% no consumo de combustível dos “veículos-líderes” da demonstração.

Estes testes foram feitos em ambiente controlado, com a ajuda de engenheiros da Universidade de Tóquio.

Para uma avaliação em condições reais de operação, a empresa anunciou que colocará o sistema de previsão de engarrafamentos em testes na Itália, neste mês de Maio, e na Indonésia, em Julho.

Piloto automático

O inconveniente do sistema é a dependência de um dispositivo eletrônico a ser adotado por todos os motoristas.

Mas, além de afirmar que telefones celulares e um processamento centralizado em nuvem podem ser adequados, e gerar ganhos ainda maiores do que os obtidos em condições de laboratório, a empresa está de olho em novas gerações de automóveis.

Os ganhos realmente significativos, segundo os engenheiros da empresa, virão com automóveis dotados de uma nova geração de sistemas adaptativos de controle de velocidade, comumente chamados de “pilotos automáticos”.

Esses sistemas receberiam os dados da central e ajustariam a velocidade dos carros automaticamente, sem deixar que os motoristas interfiram com os resultados dos algoritmos, cuidadosamente desenvolvidos para garantir o melhor fluxo possível do trânsito.

 

Salvaguarda: desespero ou equívoco?

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4/03/2012 – 13:39 | Enviado por: Affonso Nunes

Embora impedido de postar com mais frequência neste Jblog por motivos profissionais, não pude, é claro, deixar de acompanhar a mais recente batalha travada no mundo do vinho. Queixando-se de que não consegue participar do propalado crescimento do mercado de vinhos no Brasil, o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e outras entidades decidiram entrar com um pedido de salvaguarda para o vinho brasileiro.
O site do Ministério da Indústria e Comércio define salvaguarda como “medidas que têm como objetivo aumentar, temporariamente, a proteção à indústria doméstica que esteja sofrendo prejuízo grave ou ameaça de prejuízo grave decorrente do aumento, em quantidade, das importações, em termos absolutos ou em relação à produção nacional, com o intuito de que durante o período de vigência de tais medidas a indústria doméstica se ajuste, aumentando a sua competitividade.”
Diante das primeiras informações de que o setor produtivo ameaçava pedir elevação do imposto de importação de vinhos dos já famigerados 27% para 55%, o pedido de salvaguardas soa como aquela velha piada do bode na sala porque, mesmo sendo um recurso legítimo e reconhecido no comércio exterior, não protege o vinho brasileiro de nada. Na minha modesta opinião, o que faz com que o aumento das vendas do vinho brasileiro em nosso próprio país seja tímido e acanhado é sua falta de competividade com rótulos estrangeiros no quesito preço. Se o preço do vinho brasileiro na comparação com similares estrangeiros em qualidade é alto, talvez seja a hora de rever custos e, principalmente, brigar com o governo para que a taxação do vinho nacional não seja tão elevada. Essa briga tem, e sempre terá, o meu apoio entusiasmado!
Não me parece papel adequado para o setor produtivo brasileiro bater na falta de qualidade dos milhões e milhões de garrafas que chegam, a cada ano, no Brasil. Na condição de consumidor e apreciador de vinhos, acredito no poder de decisão do consumidor para fazer esse tipo de avaliação adotando os critérios que bem entender, tais como como qualidade, preço e a combinação de ambos. Se vivemos numa economia de mercado, vamos deixar o mercado agir por conta própria. LImitar a entrada de rótulos do exterior no momento em que o consumidor brasileiro torna-se mais exigente e está ansioso por conhecer coisas novas é quase que importar a famigerada Lei Seca, que vigorou por décadas nos Estados Unidos.
Ontem, recebi a nota oficial do Ibravin que dá sua versão para a necessidade do pedido de salvaguarda e a reproduzo, na íntegra, abaixo para que os leitores tirem suas próprias conclusões.

NOTA DE ESCLARECIMENTO À IMPRENSA

EM DEFESA DO VINHO BRASILEIRO

O Instituto Brasileiro do Vinho (IBRAVIN), a União Brasileira de Vitivinicultura (UVIBRA), a Federação das Cooperativas do Vinho (FECOVINHO) e o Sindicato da Indústria do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul (SINDIVINHO) reafirmam que foram estas – e só estas – as entidades representativas do setor vitivinícola brasileiro que entraram com o pedido de Salvaguarda no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Entretanto, contamos com o apoio de dezenas de instituições.

Nenhuma vinícola brasileira, de forma isolada, deve ser responsabilizada pelo pedido, feito em 1º de julho de 2011. Várias empresas tiveram informações colhidas, de acordo com a legislação, para embasar tecnicamente o pedido de Salvaguarda. A petição foi apresentada pelo setor, por meio das suas entidades representativas.

A Salvaguarda é um instrumento previsto pela legislação brasileira e internacional, reconhecido pela OMC (Organização Mundial do Comércio), para regular e equilibrar as relações comerciais entre os países. É, portanto, uma medida legal e temporária que objetiva dar condições para que os setores afetados possam, a partir da implantação de um Programa de Ajustes, melhorar sua competitividade e concorrer em igualdade de condições com demais partícipes do mercado.

A melhora da competitividade do vinho fino brasileiro possibilitará produtos com mais qualidade, custos menores e preços acessíveis ao consumidor.

É importante ressaltar que não pedimos e não queremos o aumento de impostos para os vinhos importados!

O resultado esperado com a implantação da medida e do Programa de Ajustes é garantir a participação da produção brasileira de vinhos finos no mercado, que nos últimos anos cresceu apenas para os produtos importados. Dos 91,9 milhões de litros de vinhos finos comercializados em 2011, apenas 21,3% eram nacionais. Nosso objetivo é resgatar a nossa capacidade competitiva para permanecer neste mercado e, se possível, elevar nossa participação em alguns pontos percentuais. Caso contrário, o setor produtivo nacional corre o risco de desaparecer em poucos anos.

Vale ressaltar que, há poucos anos, o vinho fino brasileiro possuía uma participação muito maior no mercado nacional, e o quadro abaixo demonstra como isso se inverteu em muito pouco tempo.

Fonte: Ibravin e Sistema Alice (MDIC)

O que se espera são medidas temporárias e transitórias que permitam o reequilíbrio do mercado, tais como as cotas – que a União Europeia e muitos outros países aplicam a inúmeros produtos brasileiros. Por que eles podem aplicar estas medidas e a indústria vitivinícola brasileira não? As regras da OMC são válidas para todos os países participantes.

Com o pedido de Salvaguarda e implantação do Programa de Ajustes, acreditamos estar garantindo o futuro dos vinhos brasileiros, produto gerado em uma cadeia produtiva que emprega mais de 20 mil famílias só no campo, e que hoje já alcança nove estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Bahia e Pernambuco).

Além disso, buscamos equalizar os impostos estaduais (ICMS), que vão de 12% a 30% sobre o vinho. Alguns Estados beneficiam com a redução de ICMS as importações de vinhos e tributam os nacionais, inclusive os produzidos no próprio Estado, como é o caso de Santa Catarina e Espírito Santo. Já foram realizadas reuniões com secretarias da fazenda de quatro Estados para tratar desse assunto.

Nosso objetivo é promover o consumo, criando igualdade de condições de mercado, sem a necessidade de aumentar o preço (como se tem sugerido, maquiavelicamente, por quem defende os produtos estrangeiros sem se preocupar com a produção, os empregos e as agroindústrias nacionais).

Deve ficar claro que a Salvaguarda é uma medida temporária e pode ser facilmente compreendida, assim como quando o Brasil limita a importação de automóveis do México, regula a entrada de calçados da China, aceita cotas de comércio com a Argentina, sofre taxação na venda de suco de laranja para os EUA, é impedido de vender carne suína para a África do Sul e a Rússia, sofre barreiras sanitárias da União Europeia para produtos alimentícios, tem cotas para exportar para diversos países, precisa atender a todas as especificações da legislação para onde exporta, e outros tantos exemplos. Não somos os primeiros nem os únicos a estabelecer isso. Faz parte das regras do comércio internacional leal o estabelecimento de princípios que garantam igualdade de condições.

Estamos trabalhando pela redução de impostos há pelo menos uma década. Já conseguimos a desoneração dos vinhos espumantes, que antes tinham IPI de 30%. Agora o IPI dos espumantes – nacionais e importados – é de 20%, mas, por definição de atos específicos, o percentual cobrado sobre os espumantes é de 10%.

O Brasil possui hoje uma infinidade de vinhos importados. Quando falamos em estabelecer cotas para os vinhos estrangeiros, isso não quer dizer que queremos restringir a variedade atual. Se a Salvaguarda for implantada, as cotas de entrada de vinhos por países serão estabelecidas por uma média dos últimos três anos. O que queremos é regulação, não restrição.

Por fim, para o setor vitivinícola brasileiro, a Salvaguarda não é uma “dádiva”, pois o setor terá, neste período, que implantar medidas de ajuste, principalmente estruturantes, que o auxilie a tornar-se mais competitivo.

As ameaças e pressões comerciais, como a proposta de boicote aos vinhos verde-amarelos, que têm circulado nas redes sociais e que pretendem restringir a presença dos rótulos brasileiros no mercado, só aumentam, comprovam e justificam ainda mais a necessidade de implantação das medidas de Salvaguarda.

Independentemente das interpretações equivocadas divulgadas nos últimos dias, baseadas no desconhecimento e na falta de informações, reafirmamos nossa firme disposição em seguir com o pedido de Salvaguarda em defesa do vinho brasileiro.

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