por RENATO FIGUEIREDO.
23.set.08
Enquanto o Brasil começa a se destacar com uma cultura gay promissora e diferente – beijo e temática gay na novela, uma das maiores festas gls semanais do mundo (a Babylon, que rola na The Week, em São Paulo), várias cidades, bairros e locais se destacando como preferência do público (Florianópolis, Rio de Janeiro, São Paulo e outras), o mundo se atenta cada vez mais para o poder do já chavão “Pink Money” – o dinheiro daqueles casais que tem ‘Double Income, e No Kids’ (dupla renda e não tem filhos – a sigla em inglês de DINK, para brincar com PINK ;).
Mais do que promover serviços especializados altamente estereotipados, como hotéis tendo idéia de decorar quartos em rosa para receber participantes da parada gay – o público parece procurar também alternativas menos berrantes, mais sofisticadas – o que parece ter mais a ver com o gay dos anos 2000.
Sofisticação, elegância, cultura – ok, algumas coisas que também são chavão, mas que estão sendo muito bem aproveitadas por algumas marcas que não são bandeirosamente gay, mas que conquistam rapidamente a simpatia dos grupos – como grandes marcas de roupas brasileiras e algumas redes de cafeteria.
Entender mais a fundo as necessidades desse público, pensar no tema e desenvolver novas maneiras de abordagem para as marcas pode fazer bem tanto para a sociedade, quanto para as empresas que neles investirem.
Estamos investigando mais esse mercado afim de saber “o que ele realmente é” e ter pistas de como lidar com ele. Aguarde a reportagem da REVISTA MEDiA!
iniciativa iAZ f1.0