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O cigarro do século XXI

Se antes o cigarro estava no cinema, nas novelas, nas ruas e no imaginário de todos, em tempos de orgânico, saúde e degustação, a cigarrilha tem lugar para assumir essa posição perdida do glamour.

por RENATO FIGUEIREDO.

29.mar.09

Se o glamour nos anos 90 estava nos cigarros, a onda de 2010 está por vir nas cigarrilhas - que já começam a ser vistas com mais freqüência pelas ruas e cafés de São Paulo.

Atraladas à moda da degustação, do prazer e da saúde e que atende o Zetigeist contemporâneo, as cigarrilhas tem tudo para pegar como a nova moda de prazer e degustação, com uma dose muito maior de saúde para seus apreciadores.

Para quem nunca experimentou, elas são antes uma experiência de sabor, do que a velha rotina ansiosa do cigarro. Embalagens de marcas como Café Crème sugerem a melhor apreciação do produto sem tragar a fumaça. Disponíveis nos mais diversos sabores, mas ainda difíceis de achar em qualquer esquina, o mercado de cigarrilhas, se ainda não cresceu, tem certa oportunidade para alavancar imagem, vendas e status.

REFLEXOS NOS CIGARROS

Por mais que as pessoas já digam que "o que faz mais mal nesse cigarro não é nem a nicotina, mas toda a química que vai nisso aqui", ainda não vemos estratégias inteligentes de cigarros orgânicos no país. Nos EUA, a marca Natural American Spirit já trabalha com produtos naturais, e sem tanta química. Por aqui, só nos resta a velha fumaça de cigarro.

cigarro, inovação, zeitgeist, orgânico, degustação

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